domingo, 13 de junho de 2010

PARA O DESCONHECIDO QUE CHAMO DE DESTINO

Carta nº09


Carta de um jovem de 22 anos.


Para o Desconhecido que chamo de destino.


Cama solitária, cidade de 35º a média de temperatura, cheia de dinheiro, de povo grosso, de olhos azuis e verdes são muitas beldades que podem me fazer feliz aqui e agora.
Tolo eu, ou alguém que vive num passado que não está determinando ou não se pode determinar, são 10:40 minutos é o que diz a idiota desta FM onde esta tocando bhethes cultura.
Está cama me parece o que melhor me entende, sabe por que aqui posso sonhar com alguém que na praça ou na rua, no trevisan ou mesmo na caridade onde passo a maior parte do tempo nesta capital tão suja quanto São Paulo-SP.
Continuo procurando seus olhos por traz destas arvores que usam bermudas de pele clara ou algumas bem bronzeadas, sim você assim não fosse eu possuiria tudo pois parece que sempre possuo um limite para tudo, e um tempo determinado para que o meu desejo se concretize.
Mas espero que ao menos o dia diretor desta peça nos apresente para que possamos encenar quanto antes, pois sem que o astro conheça sua estrela não podemos saber qual o critério do publico para nossa interpretação deste texto.
Quero satirizar o fato talvez destes meus poucos anos, me lembrando de um fato que uma garota que dize que eu não levava a vida a sério e me perguntou vamos ver se me lembro era algo como: O que estaria escrito em minha lapide se eu fosse escrevê-lo?

Que fui à voz da paz
Tão forte quanto à brisa
Que a pouco a pouco apaga a
Marca da trilha do ódio.

Em viagem pelo Sindicato dos Bancários a Porto Alegre-RS, onde ninguém era de ninguém.

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