A situação era imponderável, havia aquele homem, quem era ele e com seria seu caráter?
Bom? que poucos o conheciam, e ai uns diziam que ele era bom, outros diziam não! Vocês não sabem das coisas de que ele já foi capaz de fazer e outros ainda diziam que ele já fez algumas coisas ruins, mas ele também fez coisas muito boas. Assim se viam muitas ponderações sobre aquele homem e o pior desta historia era que falavam de que ele sabia de tudo, mas que nunca tomara uma atitude. De tanto ouvir estas colocações resolvi procurar saber algo a respeito deste pobre que dividia estas opiniões, e a começar a procurar alguém que soubesse, mais a respeito do tal homem, acabei encontrando um senhor de aparência serena já possuía a maioria de seus cabelos brancos e a barba seguia pelo mesmo caminho, já havia chegado a ele depois de indagar pela redondeza procurando por alguém que morasse nesta localidade e que não dividisse as opiniões dos demais.
Quando o encontrei vi que realmente a sua própria estampa já representava uma credibilidade a toda prova. E me aproximei dele mansamente como buscando aquela informação clara e definitiva, mas não deixando transparecer esta importância. Que para mim significava saber a verdade sobre todas aquelas opiniões a respeito do tal homem? Que aparentemente ninguém o conhecia verdadeiramente! Ao começar nossa conversa notei que meu tom de foz estava totalmente dissonado do tom manso e tranqüilo do meu entrevistado então procurei respirar fundo e me colocar pausadamente na mesma sintonia, e neste momento já começou a fazer me sentir melhor. Então após, fazer uma simples pergunta aquele senhor sobre o homem das duvidas, ele se colocou pausadamente a me fitar dentro de meus olhos e fez a seguinte colocação: Por que eu procurava saber sobre os outros perguntando a terceiros? Sem refletir coloquei-lhe que este é o processo da sociedade moderna! Ele me retrucou -como assim? Disse lhe é que as pessoas são julgadas pelos seus iguais para que possamos lhe definir o quanto ela esta dentro do contexto, É sociedade em que vivemos! Ele parou de coçar a cabeça e fitou-me novamente e soltou uma nova interrogativa, Sabe que descobri que eu não vivo nesta sociedade em que você acaba de descrever, interrompi a seqüência de seu raciocínio Espere ai como o Senhor acredita que cheguei ao senhor! Para poder tirar estas informações? Ele já me parecia cansado ou talvez preocupado, pois estávamos de baixo de sol de 30 graus no meio da rua, quando ele me soltou uma que fez com que minha opinião mudasse. -O seu critério quanto a pessoa que me questionou? É simples! é que pelos seus vizinhos o senhor e o mais velho aqui no bairro e que o senhor conviveu com o homem desde sua juventude, então o Sr., além de conhecer possa auferir algumas informações sobre o caráter do mesmo? -Então é tão simples assim definir o caráter das pessoas? Dizia-me ele refletindo que nossa sociedade esta baseando o caráter de julgamento da própria sociedade em situações da qual o indivíduo é analisada por pessoas supostamente amigas? Continuando sem me permitir apartes, ele afirmou sem que trocasse o tom de sua voz, que a sociedade onde os seus iguais não podem confiar uns nos outros já esta errada e condenada ao fim. E respirando profundamente fez a seguinte comparação, Vou lhe fornecer um exemplo que o próprio criador para recuperar a sociedade que ele criará e depois quis destruir teve que pagar um alto preço para recuperá-la, Pois o preço foi a morte de seu filho Jesus. Estas palavras já foram suficientes para um intervalo em meu pensar e concluir da pior forma que a nossa sociedade não evolui ela se modifica ao prazer dos poderosos e nós nos acomodamos, retornando de meu devaneio quis ainda definir aquela conversa ele me disse que precisava ir dar comida aos pombos ali na praça e antes de me dar à costa disse-me
Desculpe não poder ajudá-lo, pois a duvida não esta no homem, mas na sociedade.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
A COVARDIA
A COVARDIA Será? Como o medo! Esta intrínseca em nosso ser, É que estava me questionando como definir o que esta me impedindo de pelo menos tentar me aproximar de alguém... Para tentar ter uma vida em comum já que sinto a necessidade de possuir uma família. E não encontrei razão justificável para tal impedimento se não a covardia de tentar, e o pior fiquei de dando desculpas tipo: Já não sou nenhum jovem! Vou parecer um idiota! A onde vou viver se nem uma casa própria tenho! A será que a pessoa compreendera meus problemas! Ora não faltou desculpas para explicar a minha imobilidade, E assim após estas tentei justificar a mim mesmo qual a verdadeira razão e só consegui defini-lá como covardia e por que não o medo? Porque o medo é algo permanente que te motiva a enfrenta-lo pois ele em sua maioria reconhece sua razão. Mas a covardia não! Ela esta mais para a imobilização a comodidade de se justificar para si mesmo de que do jeito que esta esta bom e mexer no que se conhece para o desconhecido pode ser dolorido ou melhor dizer pode causar dor que não estamos dispostos a correr. Ai sim vi que este é o verdadeiro motivo o medo de se expor a uma nova experiencia pode me causar dor porque quero não uma aventura uma paixão que arde mas que aos 50 anos aprende-se a distinguir de um amor onde e quando o encontra se perde o medo ou covardia e se quer o melhor não primeiro para nós,mas para que se ama
assim talvez este não ocorra duas vezes em minha vida...
assim talvez este não ocorra duas vezes em minha vida...
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