domingo, 6 de junho de 2010

Cartas de Amor são sempre tolas se não, não são de amor

Carta de amor nº02


Guarulhos, 25 de julho de 1987.



Ni


Prometo a você que não gostaria realmente de estar escrevendo estas linhas, mas o inevitável pode ocorrer e sinto seu medo do que pode ocorrer com nosso amor.

O tempo passa e eu e você já deve me conhecer um pouco procuro sempre o mesmo objetivo como qualquer ser humano que é a felicidade sei que nas minhas observações sempre demonstraram que as pessoas apresentam as reações mais diversas possíveis em situações adversas como a que estamos vivendo meu amor.

Eu acredito que deve estar acontecendo isto com você agora uma reação destas e você não deve estar sabendo como me contar, pois esta última situação que enfrentamos deve ter provocado em você uma analise bastante pessoal quanto a sua situação moral, e eu só acrescento mais problemas nela.

E após estes fatos não esta sabendo como coloca-los para mim ou não haja o momento oportuno para apresentá-lo, pois estou me recuperando da cirurgia que mexeu muito conosco.

Gostaria de deixar através desta uma porta para você poder se abrir, pois tudo entre nós começou comigo querendo te ajudar e tenha certeza que este braço sempre estará estendido para ti como à certeza de minha fé em deus, que voltarei e continuaremos juntos minha vida.

Estou aqui por você e pelo rafinha meus amores.

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