Carta de amor nº04
Guarulhos, 23 de junho de 1978.
Rendi-me em todos nossos encontros e, no entanto ficou só um vazio enorme, vazio deixado por ti, onde estará você nesse momento? Além de estar aqui no meu pensamento.
Eu não sei quem é mais forte se sou eu ou a morte, mas ultimamente, tenho deixado morrer minha personalidade, para renascer da saudade. Tenho descido á abismos escuro para renascer de um sentimento puro sentimento este, que se resume em dor da saudade deixado por sua ausência, o não ter faz doer muito, mas o tocável ainda que imaginário só encha de sonhos.
A onde está você então? Além de estar em meus pensamentos doce ilusão.
Atrás da nuvem, da bruma fria deste dia? Ou se esconde em sua toca, essa dor que arde, dor que chamo de saudade..., gostaria de deixar para você que quando estiver lendo esta que lhe deixo uma praga apesar de que praga de quem ama dizem que não pega, então deixo lhe um ditado.
“Não há necessidade de apagar a luz do próximo, para que a nossa possa brilhar”
Obs: tinha um noivo italiano, mas não casou-se com ele, tem 4 filhos e é uma professora.
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