Matheus, Matheus que mãos balançam o berço...
Que calam o teu pranto seco...
Da esperança vazia...
Lágrimas que não molham o teu rosto...
Todo do seu é esperança...
Sem contar os dias desde que nasceu...
Aflora-te no seios de tua mãe...
Que hoje rosa já tem espinhos...
Para te expulsar da prisão...
E te jogar na paixão...
Da adolescência agora sem a mão da mãe.
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